MIMOSO
Ainda em 1890, iniciou-se a imigração
italiana, em Mimoso do Sul. Quando foi realizado a pesquisa
haviam as seguintes famílias no lugar:
| Astolfi
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Galegorlo
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Passi
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| Baldecini
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Gioncetti
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Picoli
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| Battisti
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Gaiotti
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Probi
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| Benevenutti
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Galegorlo
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| Benotti
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Gioncetti
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Prucoli
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| Bernardi
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Giovanni
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Radaeli
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| Bianchi
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Giezzi
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Romagnoli
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| Bigui
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Gussi
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Romani
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| Bonfanti
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Keki |
Sallicci
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| Bortocelli
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Kiuski
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Santolini
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| Cacholi
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Martiletti
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Scarpini
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| Carcabrini
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Martielli
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Schiavo
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| Cock |
Mauri
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Sensi
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| Conti
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Menditti
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Settini
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| Del Sporti
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Menegucci
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Stanni
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| Fanelli
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Meneshini
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Taliutti
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| Ferrari
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Mantovani
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Tebaldi
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| Fitoroni
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Nati |
Trinti
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| Gaiotti
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Ogioni
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Veniali
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| Palaqui
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Verturini
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O Sr. João Isidiro Gaiotti, único
sobrevivente da família, relatou o embarque em Genova,
juntamente com outros imigrantes, no dia 2 de dezembro de
1889. Chegaram ao Brasil, a 19 de janeiro de 1890. Seu intuito
era o trabalho, em Santa Catarina, onde seria agricultor.
Ali, porém, recebeu ordens de regressar ao Rio de Janeiro.
Na ilha das flores, outro destino foi-lhe traçado:
viesse para o Espírito Santo com outras famílias,
e seguisse para São José do Calçado .
Tomaram, todos, o trem da Leopoldina, até Santo Eduardo,
estação final naquele tempo. Ficaram , aí,
uns oito dias, à espera de condução:
o carro de boi. Eram três famílias. Parte segiu a pé,
acompanhando a tal condução primitiva, na qual
se agasalharam uma senhora, em adiantado estado de gravidez,
e um rapaz doente. Mas perto da Serra do Córrego Jacá,
o carro tombou, em consequência da chuva! Felizmente, nada
pior aconteceu, e prosseguiram a viagem, até encontrarem
uma casa abandonada, onde se abrigaram.
No dia seguinte, fez a distribuição
do pessoal, e sua família teve o destino da fazenda
do Sr. Pedro Máximo, localizada no mesmo córrego.
Posteriormente, mudou-se para São João do Itabapoana.
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