MANFREDINI

Responsável: Noely Manfredini d´Almeida - Curitiba, PR

Quem Somos

As origens da FAMILIA MANFREDINI, da qual sou descendente, remontam ao século VI, quando nossos ancestrais concentravam-se no norte da Itália, na região dos Lombardos, ou Lombardia, cuja atual capital é MILÃO. A Lombardia, cujo nome deriva do termo medieval Longobardia, que indicava a parte da península sob domínio dos Longobardos, é a região mais populosa, e a mais industrializada, da Itália, e, portanto, a que passou pelas mais amplas e visíveis transformações. Em 1876, 16 anos depois do Risorgimento na Itália, veio para o Brasil um grande contigente de italianos. Entre eles, ALEXANDRE MANFREDINI (originariamente, Alessandro Manfredini), natural de Cremona, província da região da Lombardia.
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O ASCENDENTE
Alexandre (ou Alessandro), nascido em 1812, Cremona, Itália, era casado com ROSA FIESCHI (natural de Cremona, nascida em 1820 na Comune di Sesto ed Uniti (provincia di Cremona e falecida em 1895). Ambos aportaram com seus filhos ainda pequenos no Porto de Paranaguá, no Paraná. Faleceram e foram enterrados em Curitiba, Paraná, Brasil. Alexandre e Rosa, deixaram 3 filhos: Mathilde, Luiz e Pietro Manfredini, todos nascidos em Cremona, região da Lombardia, Itália e que vieram com os pais para o Brasil.

Os FILHOS/ DESCENDENTES
1) Mathilde Manfredini - filha de Alexandre e Rosa, nasceu em Cremona, 25 de novembro de 1848 e faleceu em 9 de novembro de 1918 em Curitiba, Paraná, Brasil casou-se com Luiz Malvassori (nascido em 1854 na Itália e que faleceu em 1915, Curitiba, Paraná). O casal não deixou descendentes.

2) Luiz (Luigi) Manfredini (nasceu em Cremona, 1852-, faleceu em Curitiba, 1939) - Luiz (ou Luigi) MANFREDINI era casado com Rosa Savi (Cremona 1863- Curitiba, 1935), filho de Alexandre Manfredini (Cremona, 1819-1902 e Rosa Fieschi (Cremona, Comune di Sesto ed Uniti, 1820 -1895). Luigi era irmão de Pedro e Mathilde, deixou grande descendência. São filhos de Luigi e Rosa: Ernesto Alexandre, Pedro , Angelo, Nina, Augusta, Itália, Agostinho, Vitória.

3) Pedro Manfredini (nome original: Pietro Sabino Antonio Benedetto Manfredini) - último filho de Alexandre e Rosa, nasceu em Due Miglia, comunidade da Provincia de Cremona . Ali nasceu e foi batizado no dia 25 de novembro de 1850 (Parrocchia di S. Bartolomeo Apostolo, volume VIII dell Archivio parrochiale di Picenengo, provincia e diocesi di Cremona). Viveu no Paraná, faleceu em 18/07/1921 e foi enterrado no Cemitério Municipal de Curitiba/PR, não deixando testamento. Era casado com Maria Malvassori (Cremona, 1856 - Brasil, Curitiba, 1924).

Alexandre faleceu em Curitiba, Paraná Brasil, em 26/07/1902.

Um dos filhos dele, Pedro (Pietro) Manfredini, do qual sou descendente, nasceu em Due Miglia, Cremona. Pedro era casado com Maria Malvassori. Consta em documentação de L´Ufficio Dello Stato Civile de Comune di Sesto ed Uniti, Provincia di Cremona, Italia, no stratto dal registro degli atti di Matrimonio dell´anno 1875, Registro Parte I, n.19, "addi trentuno del mese di gennaio, o casamento de Pietro Sabino Antonio Manfredini, professione Contadino, nato in Due Miglia, e Maria Malvassori, professione contadina, nata em Comune Sesto ed Uniti."
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Pedro e Maria tiveram 9 filhos (Alexandre, Julio, Ernesto, José, Vitorio, Helena, João, Alberto e Alfredo).


Um exemplo: Minha irmã, Suely Manfredini d´Almeida (1944-2009) e eu, Noely Manfredini d´Almeida (nascida em Curitiba, ano de 1945) somos trinetas de Alexandre Manfredini (1812-1902) e de Rosa Fieschi (1820-1895), bisnetas de Pedro Manfredini (1850-1921) e Maria Malvasori (1856-1924), netas de Alfredo Manfredini (1890-1941) e Durvalina Ferreira (1893-1929), filhas de Jurema Manfredini (1918-2006) e Orlando Neves d´Almeida (1917-1974).

Pedro e Maria deixaram no Brasil 93 netos, 195 bisnetos e 96 trinetos e tataranetos, segundo os levantamentos genealógicos documentados até 1991, por Vitorio Manfredini e Admar Manfredini, ambos então residentes no Rio de Janeiro e já falecidos.

Pela árvore genealógica dos descendentes de Alexandre Manfredini e Rosa Fieschi (pais de Pedro Manfredini e Maria Malvassori e avós de Alexandre-Júlio-Ernesto-José-Vitório-Helena-Alfredo-João e Alberto Manfredini), a "famiglia" contava com 658 membros até início de 1991.


Toda essa linhagem promoveu dois "Encontros da Família" em Curitiba, idealizados principalmente por VALDIR MANFREDINI e, em 2008, reuniu 500 descendentes em Curitiba, para o Terceiro Encontro Nacional, em festa promovida também por Valdir Manfredini.

Siamo tutti brasiliani...

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A Famiglia em 2008 tem cadastro de mais de 2.000 nomes, incluindo os demais troncos. Os atuais descendentes da "famiglia MANFREDINI" podem iniciar suas raízes principalmente desse troncos:Alexandre Manfredini (1812 - 1902) e Rosa Fieschi (1820 - 1895); e João Malvasori (1814 - 1900) casado com Thereza Comandulli (1819 - 1897) e outros a seguir.

Além disso, outro Tronco cruzara-se com os Manfredini no período da grande imigração italiana no Brasil: Tronco João Malvassori (Cremona, 1814 - Brasi, 1900), casado com Thereza Comandulli (Cremona 1819 - Brasil, 1897), aqui chegados também no ano de 1877. Dois de seus filhos casaram-se com outros Manfredini, aumentando a rede de descendentes, como já foi demonstrado.
Se se contar da data de morte de Giuseppe, o primeiro ancestral falecido em terras brasileiras (1896), seriam 112 anos de evolução da descendência do tronco Giuseppe no Brasil.
Se se contar da data de morte do Alexandre (Alessandro) Manfredini, o segundo ancestral falecido em terras brasileiras (julho de 1902), seriam 106 anos de evolução da descendência do tronco Alexandre no Brasil.

Contando-se do ano de entrada no Brasil dos dois casais de imigrantes, Pedro e Maria (Paraná) , Giuseppe e Teresa (Santa Catarina), em 1877, já seriam 131 anos desde o primeiro registro da família Manfredini neste país para o qual os dois casais migraram e criaram extensos ramos da árvore genealógica dos descendentes cadastrador até 2008 .

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OUTROS TRONCOS DE MESMO SOBRENOME MANFREDINI:

TRONCO GIUSEPPE MANFREDINI -
Giuseppe Manfredini ( nascido no ano de 1830, Castelleone, na Província de Verona, falecido em 27/11/1896, Brasil, Azambuja/Pedras Grandes/SC), casado com Teresa Bassani (nascida em Cremona, talvez 1852 - falecida talvez em 26/04/1890, talvez em Azambuja/SC) . Saíram de Castelleone, Provincia de Verona, em 17 de março de 1877. Quando o casal chegou em terras brasileiras, com uma leva de imigrantes, Giuseppe estava com 47 anos e sua esposa Teresa com 38 anos e trouxeram seus 4 filhos: Francesca aos 13 anos, Serafina aos 11 anos, Francesco com 9 anos de idade e a pequena Maria com 2 anos. Saíram da Itália no dia 17 de março 1877 no navio Rivadavia proveniente do HAVRE - França e aqui chegaram através do porto de Laguna/SC, em 10 de abril do mesmo ano, sendo que de Laguna subiram até à Vila de Tubarão e na data de 16 de abril chegaram em Morrinhos e na data de 28/4/1877 chegaram em Azambuja/SC (hoje Distrito de Pedras Grandes/SC).

Outro Tronco foi formado com a vinda de NELO MANFREDINI ( nascido em 1780 - ??); dele derivam Nelo Manfredini Neto, Pedro Luiz Manfredini Neto. Antonio Manfredini (local-data nascimento/falecimento???)chegou ao Brasil com 2 anos de idade (não se sabe em qual cidade, mas constituiu família com Gumercinda Manfredini (local-data nascimento/falecimento???não se sabe o nome de solteira), viveu em Marilia - SP.O casal teve 8 filhos com os seguintes nomes: Nelo, Brasil, Laura, Nicolau, José, Anita, Clarice, Maria. Nelo Manfredini ( nascido em 1928 e falecido em 2003) era casado com Olivia Vieira (1926-1988) e tiveram 5 filhos: os gêmeos Jorge Luiz e Maria de Fátima, Nilo Manfredini Filho, Gumercinda, OIlson.

Também veio para o Brasil mais um ramo, iniciado com POZATTO MANFREDINI ( nascido em 1785 - ?).Segundo informações de alguns descendentes, Pozatto Manfredini e filhos fixaram-se em São Paulo, posteriormente Campinas. Pozatto casou-se duas vezes, a primeira vez com Virgínia e a segunda com Eduwirges.

Filhos de POZATTO MANFREDINI do primeiro casamento com VIRGÍNIA MANFREDINI:
i. ALDERENGO MANFREDINI.
ii. AFONSO MANFREDINI.
iii. ITALO MANFREDINI.
iv. BENEDICTO MANFREDINI

Filhos de POZATTO MANFREDINI do segundo casamento com EDUWIRGES MANFREDINI:
v. MARIO MANFREDINI (1917-1985, 2 filhas).
vi. ANITA MANFREDINI (apelido Dina - falecida, 3 filhas.
vii. ANA HELENA MANFREDINI (apelido Nena - falecida, 2 filhas)


No ano de 1900 uma outro ramo da família Annibale MANFREDINI, chegou em Poços de Caldas-MG juntamente com outras famílias italianas. Não temos maiores informativos.


OUTRO RAMO: POMPILIO MANFREDINI

Pompílio Manfredini era casado com MARIA TRAVALLE MANFREDINI e aparentemente veio de VENEZA. Filhos de Pompílio Manfredini e Maria Travalle Manfredini:(consta que tiveram 16 filhos, sobraram oito vivos no Brasil e conhecemos sete):
i. GRIMALDO MANFREDINI.
ii. RENATO MANFREDINI.
iii. RUTH MANFREDINI.
iv. MAFALDA MANFREDINI.
v. YOLANDA MANFREDINI.
vi. OLGA MANFREDINI.
vii. GUERANDO MANFREDINI.

Mais um ramo : SANTO MANFREDINI e MARGARIDA VALENTINI. Ao que se saiba, o casal teve um filho: ADELINO MANFREDINI.

FILHOS DE ADELINO MANFREDINI
i. MARGARIDA MANFREDINI.
ii. JOSE CARLOS MANFREDINI.
iii. MAURICIO MANFREDINI.
iv. ARISTEU MANFREDINI.
v. DONIZETE MANFREDINI.
vi. DEONÍCIO MANFREDINI.
vii. ELIZABETE MANFREDINI.
viii. MARCIA MANFREDINI.
ix. ADELINA MANFREDINI.
x. ROSA MANFREDINI.

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A "árvore" familiar é representada figurativamente com "troncos" e "ramos". Troncos são pertinentes aos ancestrais da família. Ramos são a representação dos descendentes. Quem iniciou a feitura da árvore da Famiglia Manfredini foi Jackson Vassoler e depois José Carlos da Costa Manfredini - o primeiro é tetraneto de Giuseppe Manfredini e o segundo é trineto (em quarto grau) de Alexandre Manfredini.

Mesmo aqueles sem relação direta com o tronco de Alexandre Manfredini (1812-1902) mas que se juntaram pelo mesmo tronco MANFREDINI - poderão ser incluídos, já que o programa de árvore genealógica permite a correlação a partir do sobrenome, grafado correta ou incorretamente, o que resulta na confecção da árvore genealógica dos Manfredini a nível nacional.


Parentes, pelo que diz o art. 1.591 do Código Civil brasileiro, são ascendentes e descendentes. A exata identificação dos vínculos de parentalidade é fundamental, pois existem seqüelas jurídicas. Além de algumas outras atribuições e responsabilidades esparsas no âmbito do Direito de Família, é no Direito Sucessório que mais se atenta ao parentesco. É que o art. 1.829, inc. IV, do Código Civil, insere os parentes na ordem de vocação hereditária. Ou seja, parentes têm direito à herança. Claro que somente é assegurada a herança a quem a lei reconhece como parentes: ascendentes e descendentes, bem como os parentes colaterais ou transversais até o quarto grau.

A lei brasileira reconhece como parentes:os ascendentes e os seus descendentes. Também os parentes colaterais ou transversais até o quarto grau. Os assim chamados parentes em linha reta têm vínculo infinito. Pais, filhos, avós, netos, bisavós, etc., todos são parentes. Parentes também são também os irmãos, tios, sobrinhos, primos, sobrinhos-neto, tios-avós - denominados parentes em linha colateral ou transversal (há limitação para serem reconhecidos como parentes: só o são até o quarto grau).

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É sabido, por todos os pesquisadores (como eu mesma sou), da situação difícil pela qual passaram os italianos nas viagens de navio, amontoados normalmente na terceira classe. Um dos abusos verificados freqüentemente era a superpopulação dos navios, com promiscuidade e toda a série de incômodos para a massa que se comprimia na 3ª Classe e na proa dos vapores, muitas vezes ao relento, desabrigados do mau tempo, da frialdade das noites ou da canícula. As maiores companhias de navegação eram de nacionalidade italiana, alemã e francesa, tendo sociedade e escritórios no Brasil.
Dentro da Itália as chamadas Agências de Emigração contratavam agenciadores para aliciar emigrantes. Os agentes de viagens circulavam pela Europa, em especial na Alemanha (antes de 1870) e no norte da Itália (após 1870), distribuindo panfletos e realizando palestras. Havia até um agente geral para o Brasil - a empresa norte-americana "Angelo Fiorita & Co." -, sediada em São Paulo. Um agenciador ganhava em torno de 10 liras por pessoa embarcada, a agência 250 libras. Decidido a partir, o camponês pagava ao agente uma quantia referente ao transporte de navio para outro país, no caso, o Brasil. O agente acompanhava a família desde sua cidade natal até o porto de embarque encarregando-se de providenciar os documentos necessários. A agência também financiava a passagem, sob regime de empréstimo para os que não podiam arcar com as despesas, faziam as reservas de acomodação e alimentação, em troca do pagamento futuro com o trabalho na lavoura . Assim procediam, por exemplo, a Associação Auxiliadora de Colonização de São Paulo (1871) e a Sociedade Protetora da Imigração (1886).

Uma das primeiras viagens oficiais de imigrantes vindos para o Brasil foi feita em 3 de janeiro de 1874, saindo do porto de Gênova, Itália. Vieram no navio à vela, La Sofia ,de bandeira francesa, 386 italianos trentinos que foram contratados para trabalhar em Santa Cruz, no Espírito Santo. No dia 17 de abril de 1875, partia do porto de Havre, França, o navio francês Rivadávia, com 350 tiroleses, chegando na Baía de Guanabara em 9 de maio, esse navio fez pelo menos outras três viagens em 1877. A 17 de março de 1877, o navio Rivadavia chegou no porto de Laguna, Santa Catarina, em 10 de abril do mesmo ano (trazendo Giuseppe Manfredini, Teresa Bassani e os filhos). Em 26 de outubro de 1876 chegam no Brasil os italianos da Lombardia, cerca de 744 imigrantes. O navio Italia, parte diretamente de Gênova com 873 imigrantes (não mais partindo da França). Depois vieram mais 280 imigrantes que chegaram pelo porto do Rio de Janeiro no navio Werneck, outros 355 no Isabella, que saiu de Gênova, outros 328 no navio Columbia, e mais 221 no navio Ester. Por sua vez, o navio Columbia trouxe 278 vênetos no dia 15 de agosto de 1877, o Isabella mais 473 vênetos. O navio Clementina trouxe 879 imigrantes das várias regiões do norte italiano. Nos vapores Isabella e Clementina embarcaram vários MANFREDINI com destino ao Espírito Santo.
Vários foram os navios transportadores de imigrantes, entre eles, o Colombo, em 1871, que fazia a rota Genova, Marselha, Cadiz, Tenerife, Montevideo, Buenos Aires. O Navio (Vapor) Fenelon, com chegada no Brasil em 27/12/1875. O Navio Belgrano com passageiros que desembarcaram em 1º de outubro de 1875 no porto do Rio de Janeiro, procedentes do porto de Havre, França. O paquete Europa, que no dia 1º de julho de 1877 embarcou 98 famílias de colonos destinadas à lavoura em São Paulo, desembarcando no dia 28 de julho, no porto de Santos. O Navio Righi, saído de Gênova em 19/03/1878 com chegada no Rio de Janeiro um mês depois (20/04/1878). O Vapor Colombo, da Navigazione Generale Italiana (NGI), com imigrantes saídos de Gênova com destino a Santa Catarina em 12 de fevereiro 1878, para fundação da quarta Colônia, navio que também fazia a rota entre Gênova e Buenos Aires. O Vapor Prata, que saiu de Liverpool em 02/03/1878, e chegou no Rio a 25 de março. O Navio (Vapor) Maria, com chegada em Santos a 16/04/1885. Vapor Cenisio, com passageiros chegados ao Rio de Janeiro, na Ilha das Flores para quarentena em 27-11-1886. O vapor Washington, aportando no Rio de Janeiro em outubro de 1888. O Navio Adria, com passageiros italianos e austriacos, data de chegada: 31/12/1890, no Porto do Rio de Janeiro e levando-os à hospedaria de imigrantes, na Ilha das Flores. Do navio Cristóforo Colombo (1891/1892), muitos italianos desembarcaram na cidade de Recife, Pernambuco. O Vapor Caffaro, com passageiros embarcados em Gênova em 07/09/1891 e desembarcados em Santos em 05/out/1891. Vindos do Rio de Janeiro, o navio Maranhão prosseguia para Santos em fevereiro de 1892. O Navio Rosário, oriundo de Gênova , saindo em 12/01/1895 e chegando ao Brasil em 06/02/1895. Também os navios Matteo Bruzzo e Las Palmas, que trouxeram mais de 450 piemonteses (a maioria das províncias de Alessandria e Cuneo) além de percentuais menores de italianos do Veneto, Lombardia e Emilia Romagna para o Espírito Santo, outubro e dezembro de 1894. O navio Birmânia fez uma única viagem, em dezembro de 1891, ao Espírito Santo, trazendo 1429 imigrantes, juntamente com o navio Ádria (1888 e 1891), além dos navios Bahia, Clementina e Maria Pia. No dia 20 de janeiro de 1898, o navio Rio Amazonas que partiu de Genova em janeiro de 1898 e fez escala em Marseille (França) e depois zarpou para o Pará (Brasil). Tais viagens continuaram até 1920.

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La genealogia è l'hobby, l'arte e la scienza di esplorare la storia familiare.
La genealogia si divide in Ascendente e Discendente: la genealogia Ascendente comincia da te e continua con i tuoi genitori per poi proseguire con i nonni, i bisnonni, i trisavoli fino (você, seu pai, avô, bisavô, trisavô) ad arrivare al più lontano antenato di cui sia possibile recuperare le informazioni...
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Para futuros contatos: Noely Manfredini / noelyman@hotmail.com /
Livro: "FAMIGLIA MANFREDINI, DA ITÁLIA PARA O BRASIL- 1877-2008"
AUTORA: Noely Manfredini d´Almeida (publicado em 2008, durante o Terceiro Encontro Nacional da Famiglia Manfredini).