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15/05/2009 - OS ATORES ITALIANOS III- FRANCO NERO & UGO TOGNAZZI
Agora chegou a hora de mais dois nomes fundamentais da cinematografia italiana: Franco Nero e Ugo Tognazzi. Como nunca é de mais lembrar, listas são pessoais e até transferíveis. Pois, todos queremos, impositivamente, fazer prevalecer as nossas escolhas. Mas, se você não concordar, calma lá! A relação não é pequena... Porém, isto não o impedirá de dar, novamente, seu palpite.

Franco Nero
Seu nome de batismo é Franco Spartanero, mais tornou-se mundialmente conhecido com a redução de seu sobrenome para simplesmente Nero. Nascido no dia 23 de novembro de 1941, na cidade de San Prospero, perto de Parma, cresceu em Bedonia e Milão. Algum tempo depois, o ator estudou por um curto período na Faculdade de Economia e Comércio (Facoltà di Economia e Commercio), antes de abandoná-la para investir no Piccolo Teatro di Milano.

Seu primeiro papel cinematográfico foi uma pequena participação no filme La Ragazza in Prestito, de 1964. Mas, dois anos depois, ganhava o primeiro papel de destaque em Django, que se tornou um clássico do consagrado estilo western spaghetti (produção ítalo-espanhola). Ainda ao longo de 1966, participou de mais oito filmes, como Tempo di Massacro (Tempo de Massacre), e Texas, addio (Adeus, Texas).

No ano seguinte, Franco Nero apareceu em seu primeiro filme em inglês, Camelot, no papel de Lancelot. Como se comentava na época, sua pouca intimidade com a língua inglesa limitava sua participação em papéis como este, apesar de ter atuado em películas como The Virgin and the Gipsy (A virgem e o cigano), de 1970; Force 10 From Navarone (Comando 10 de Navarone), de 1978; Enter the Ninja (Ninja - A Máquina Assassina), de 1981; e Die Hard 2 (Duro de Matar - 2), de 1990.

Sempre com uma performance caricata e, por isso, frequentemente estereotipada, em filmes como Los Amigos, de 1972, ou do cultuado Keoma, de Enzo G. Castellari (1976), ele porém nos brindou com notáveis atuações. Podemos também citar, como exemplos, The Bible... in the beginning (A Bíblia), de 1966 (onde interpretou Abel, filho de Noé), ou o tenente homossexual Lieutenant Seblon, do filme Querelle, de Rainer Werner Fassbinder (1982). Franco Nero já atuou em quase 150 filmes e da mesma forma escreveu, produziu e atuou em Jonathan degli Orsi (Jonathan e os Ursos), de 1993.

Durante as filmagens de Camelot, se deixou apaixonar pela atriz britânica Vanessa Redgrave, com a qual teve um filho, em 1969 (Carlo Gabriel Nero), que é autor e diretor de cinema.

Ugo Tognazzi
Ator, diretor e roteirista, Ugo Tognazzi com apenas 22 anos escreveu e interpretou seu primeiro papel profissional em um teatro de revista. Logo em seguida, foi trabalhar na televisão no programa "Une, Due, Tre", da RAI, e acabou se transformando em um dos primeiros ídolos da tevê italiana.

No cinema, Tognazzi começou em 1950, fazendo filmes baratos e comédias sem muita repercussão. Foi só a partir da segunda metade da década de 60 que surgiram boas oportunidades, e ele conquistou sucesso também nas telas.

Com sua persona múltipla, Ugo Tognazzi fez do quarentão Alfonso, sexualmente devorado pela sua jovem mulher, a insaciável Regina (Marina Vlady, que ficou estigmatizada pela personagem), em O Leito Conjugal - Una Storia Moderna: L'Ape Regina, de Marco Ferreri, um personagem de início cômico para, ao final, mostrar-se a cada momento mais dramático. Mas, foi em Gaiola das Loucas (1978), de Edouard Molinaro, que Tognazzi deixou todo seu talento aflorar interpretando Renato Baldi, literalmente tendo que rebolar para esconder dos sogros de seu filho Laurent o fato de ser gay e dono de um clube de travestis. Contracenou com Michel Serrault, como aquele famoso casal gay. Destacam-se ainda em sua filmografia as comédias Amici Miei, de 1975; Quinteto Irreverente, de 1982; e Venha Tomar um Café Conosco.

De personalidade amável e espontânea, adorava fazer amigos em qualquer parte do mundo. Ugo Tognazzi em sua adolescência trabalhava numa fábrica de embutidos. Depois do expediente recitava em teatros operários debutando em teatro de revista imitando cômicos da época, chegando a ser, nos anos 50, o mais importante protagonista. Na televisão, junto com Raimondo Vianello, ficou cinco anos em divertido programa criando um novo estilo de comédia italiana, chegando a contracenar até com o grande Totò. Sem dúvida, tornou-se um dos mais completos atores italianos.

Participou de 150 filmes, trabalhando com os maiores diretores do cinema italiano. Além disso, dentre muitas coisas, viu a estreia dos irmãos Taviani. Nos anos 70, se transformou em um dos atores italianos mais importantes e populares em todo o mundo, sendo dirigido por Dino Risi, Ettore Scola, Mario Monicelli, Alberto Lattuada e Pier Paolo Pasolini. Mas, da mesma forma, não se furtava em flertar com o experimentalismo, além de participar dos mais emblemáticos filmes da velha senhora.

Dentre eles, em ordem cronológica: I cadetti di Guascogna, de Mario Mattòli (1950); Auguri e figli maschi, de Giorgio Simonelli (1951); Una bruna indiavolata, de Carlo Ludovico Bragaglia (1951); La paura fa 90, de Giorgio Simonelli (1951); L'incantevole nemica, de Claudio Gora (1953); Amore in città, de Federico Fellini, Carlo Lizzani, Cesare Zavattini, Dino Risi, Michelangelo Antonioni, Alberto Lattuada e Francesco Maselli (1953); Totò nella luna, de Steno - o apelido do diretor italiano Stefano Vanzina (1958); Domenica è sempre domenica, de Camillo Mastrocinque (1958); Mia nonna poliziotto, de Steno (1958); Marinai, donne e guai, de Giorgio Simonelli (1958); Psicanalista per signora, de Jean Boyer (1959); Le cameriere, de Carlo Ludovico Bragaglia (1959); Tipi da spiaggia, de Mario Mattòli (1959); La cambiale, de Camillo Mastrocinque (1959); I baccanali di Tiberio, de Giorgio Simonelli (1959); Assi alla ribalta, de Ferdinando Baldi (1959); Guardatele ma non toccatele, de Mario Mattòli (1959); Policarpo, de ufficiale di scritturade , de Mario Soldati (1959); La pica sul Pacifico, de Roberto Bianchi Montero (1959); Non perdiamo la testa, de Mario Mattòli (1959); Noi siamo due evasi, de Giorgio Simonelli (1959); Fantasmi e ladri, de Giorgio Simonelli (1959); Femmine di lusso, de Giorgio Bianchi (1960); A noi piace freddo, de Steno (1960); Un dollaro di fifa, de Giorgio Simonelli (1960); Genitori in blue jeans, de Camillo Mastrocinque (1960); Le olimpiadi dei mariti, de Giorgio Bianchi (1960); Il mio amico Jekyll, de Marino Girolami (1960); Il federale, de Luciano Salce (1961); Che gioia vivere!, de René Clément (1961); Il mantenuto, de Ugo Tognazzi (1961); I magnifici tre, de Giorgio Simonelli (1961); Sua Eccellenza si fermò a mangiare, de Mario Mattòli (1961); Cinque marines per cento ragazze, de Mario Mattòli (1961); Pugni pupe e marinai, de Daniele D'Anza (1961); I tromboni di fra' Diavolo, de Giorgio Simonelli (1962); Una domenica d'estate, de Giulio Petroni (1962); Il giorno più corto, de Sergio Corbucci (1962); La voglia matta, de Luciano Salce (1962); I motorizzati, de Camillo Mastrocinque (1962); La marcia su Roma, de Dino Risi (1962); Liolà, de Alessandro Blasetti (1963); Ro.Go.Pa.G., de Jean-Luc Godard, Pier Paolo Pasolini, Ugo Gregoretti e Roberto Rossellini (1963); I mostri, de Dino Risi (1963); I fuorilegge del matrimonio, de Valentino Orsini, Paolo e Vittorio Taviani (1963); Le ore dell'amore, de Luciano Salce (1963); Le motorizzate, de Marino Girolami (1963); L'ape regina, de Marco Ferreri (1963); La vita agra, de Carlo Lizzani (1964); Alta infedeltà, de Luciano Salce, Mario Monicelli, Franco Rossi e Elio Petri (1964); Controsesso, de Renato Castellani, Marco Ferreri e Franco Rossi (1964); La donna Scimmia, de Marco Ferreri (1964); Il magnifico cornuto, de Antonio Pietrangeli (1964); Io la conoscevo bene, de Antonio Pietrangeli (1965); Ménage all'italiana, de Franco Indovina (1965); I complessi, de Luigi Filippo D'Amico, Dino Risi e Franco Rossi (1965); Una moglie americana, de Gian Luigi Polidoro (1965); Oggi, domani, dopodomani, de Eduardo De Filippo, Marco Ferreri e Luciano Salce (1965); Le piacevoli notti, de Armando Crispino e Luciano Lucignani (1966); L'immorale, de Pietro Germi (1966); Una questione d'onore, de Luigi Zampa (1966); Follie d'estate, de Carlo Infascelli e Edoardo Anton (1966); I nostri mariti, de Luigi Filippo D'Amico, Dino Risi e Luigi Zampa (1966); Marcia nuziale, de Marco Ferreri (1966); Il fischio al naso, de Ugo Tognazzi (1967); Il padre di famiglia, de Nanni Loy (1967); Barbarella, de Roger Vadim (1967); Straziami, ma di baci saziami, de Dino Risi (1968); Sissignore, de Ugo Tognazzi (1968); Satyricon, de Gian Luigi Polidoro (1969); Il commissario Pepe, de Ettore Scola (1969); Nell'anno del Signore..., de Luigi Magni (1969); Porcile, de Pier Paolo Pasolini (1969); La bambolona, de Franco Giraldi (1969); Splendori e miserie di Madame Royale, de Vittorio Caprioli (1970); Cuori solitari, de Franco Giraldi (1970); La califfa, de Alberto Bevilacqua (1970); Venga a prendere il caffè... da noi, de Alberto Lattuada (1970); In nome del popolo italiano, de Dino Risi (1971); La supertestimone, de Franco Giraldi (1971); Stanza 17-17, palazzo delle tasse, ufficio imposte, de Michele Lupo (1971); L'udienza, de Marco Ferreri (1971); Questa specie d'amore, de Alberto Bevilacqua (1972); Il generale dorme in piedi, de Francesco Massaro (1972); Il maestro e Margherita, de Aleksandar Petrovic (1972); Vogliamo i colonnelli, de Mario Monicelli (1973); La proprietà non è più un furto, de Elio Petri (1973); La grande abbuffata, de Marco Ferreri (1973); La mazurka del barone, della santa e del fico fiorone, de Pupi Avati (1974); Romanzo popolare, de Mario Monicelli (1974); Permettete signora che ami vostra figlia?, de Gian Luigi Polidoro (1974); Non toccare la donna bianca, de Marco Ferreri (1974); L'anatra all'arancia, de Luciano Salce (1975); La smagliatura, de Peter Fleischmann (1975); Amici miei, de Mario Monicelli (1975); Cattivi pensieri, de Ugo Tognazzi (1976); Telefoni bianchi, de Dino Risi (1976); Signore e signori, buonanotte, de Luigi Comencini, Ettore Scola, Nanni Loy, Luigi Magni e Mario Monicelli (1976); Al piacere di rivederla, de Marco Leto (1976); La stanza del vescovo, de Dino Risi (1977); I nuovi mostri, de Dino Risi, Ettore Scola e Mario Monicelli (1977); Il gatto, de Luigi Comencini (1977); Casotto, de Sergio Citti (1977); Nené, de Salvatore Samperi (1977); Dove vai in vacanza?, de Alberto Sordi, Luciano Salce e Mauro Bolognini (1978); La mazzetta, de Sergio Corbucci (1978); Il vizietto, de Edouard Molinaro (1978); Primo amore, de Dino Risi (1978); L'ingorgo - Una storia impossibile, de Luigi Comencini (1979); I viaggiatori della sera, de Ugo Tognazzi (1979); Break-up, de Marco Ferreri (1979); Il vizietto II, de Edouard Molinaro (A Gaiola das Loucas) (1980); La terrazza, de Ettore Scola (1980); Sono fotogenico, de Dino Risi (1980); I seduttori della domenica, de Dino Risi, Edouard Molinaro, Gene Wilder e Bryan Forbes (1980); Arrivano i bersaglieri, de Luigi Magni (1980); La tragedia di un uomo ridicolo, de Bernardo Bertolucci (1981); Amici miei atto II, de Mario Monicelli (1982); Scusa se è poco, de Marco Vicario (1982); Scherzo del destino in agguato dietro l'angolo come un brigante da strada, de Lina Wertmuller (1983); Il petòmane, de Pasquale Festa Campanile (1983); Fatto su misura, de Francesco Laudadio (1984); Bertoldo, Bertoldino e Cacasenno, de Mario Monicelli (1984); Dagobert, de Dino Risi (1984); Amici miei atto III, de Nanni Loy (1985); Matrimonio con vizietto (Il vizietto 3), de Georges Lautner (1985); Ultimo minuto, de Pupi Avati (1987);
I giorni del commissario Ambrosio, de Sergio Corbucci (1988); e Tolérance, de Pierre-Henry Salfati (1989).

Nascido em Cremona, em 23 de março de 1922, ele morreu em Roma, no dia 27 de outubro de 1990.

Esta é a terceira atualização sobre o tema. Desejo que todos possam se manifestar sobre esta postagem. Se gostou, comente, sugira outros nomes ou mesmo critique a nossa escolha. Não esqueça! Ainda há quilômetros de fotogramas a serem percorridos pelo caminho.

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